Escritórios internacionais idealizam projetos inovadores para moradias e centros urbanos

Na Holanda, um projeto visa transformar uma região metropolitana em área verde e auto-suficiente. 

Quando pensamos no futuro, ele vai muito além de 2019. Escritórios de arquitetura internacionais, porém, elaboraram este ano projetos que parecem estar adaptados à realidade daqui duas ou mais décadas. Conceitos de sustentabilidade, compartilhamento de espaços e tecnologia são a tônica desses edifícios e dessas cidades. Conheça três deles nas galerias abaixo:

Um concurso definiu os responsáveis por desenhar a UN17 Village, uma eco-aldeia com 400 casas, que ficará localizada no distrito de Ørestad South, sul de Copenhagen. Os eleitos foram o escritório dinamarquês Lendager Group e o escandinavo Årstiderne Arkitekter. A proposta do time vencedor foi criar um prédio que atendesse todas as metas de desenvolvimento sustentável da ONU, focando principalmente em materiais sustentáveis. O conjunto de cinco edifícios terá ainda energia solar, terraço verde e mecanismos de reuso de água, cujo reaproveitamento pode chegar até 1,5 milhões de litros por ano. Fotos: Reprodução / Dezeen.

Na Holanda, a cidade do futuro pode estar mais próxima do que se imagina. Isso graças ao estudo desenvolvido pelo escritório internacional UNStudio. A Socio-Technical City, como é chamada, abrangerá uma área de 1 Km², em pleno centro urbano de Haia. O principal objetivo é transformar a região em uma área verde e auto-suficiente, com casas, escritórios, mobilidade urbana e um parque, tudo isso em cima de uma linha de trem já existente na cidade. Fotos: Reprodução / ArchDaily.

O escritório WOHA é o responsável pelo Kampung Admiralty, um complexo residencial em Singapura projetado para idosos. O prédio é organizado em três camadas: os andares mais baixos possuem um espaço comunitário com lojas, restaurantes e acesso ao jardim tropical; o centro de saúde fica nos andares intermediários, enquanto os mais altos abrigam os apartamentos envoltos em áreas verdes. Bancos, desenhados para encorajar a socialização entre os moradores, foram estrategicamente colocados nas entradas dos edifícios. Fotos: Reprodução / WOHA.